Para confeccionar este delicioso crepe e seus recheios, deve aceder às seguintes receitas: Crepe Acocado e Crepe Gambuzino.
Bolos do Algarve
Bolo de maçãs e morangos
Para fazer este bolo de maçã e morango não segui uma receita em especial, antes procurei introduzir a textura que considero como certa na massa, relativamente ao desempenho do meu forno.
Esta foi uma de entre outras experiências que veio confirmar o que já pensava, e que basicamente se traduz no seguinte: massas de bolo com texturas perto do líquido, produzem bolos enqueijados ou se pelo contrário se apresentarem demasiado grossas, quando assados ficam secos, isto para as massas que levam na sua base gorduras líquidas (manteiga derretida ou óleo), e/ou ingredientes líquidos como água, leite, etc.
Em conclusão, para uma temperatura inicial de 10 minutos a 180ºC, seguindo-se descida para 160ºC, até ficar cozinhado e pretendendo que a textura do bolo versus contributo do forno para melhor optimização da massa, asseguro-me que não fica demasiado espessa ou, pelo contrário, líquida.
Algures entre estes dois pontos está o equilíbrio, para um excelente bolo.
O melhor exemplo para demonstrar o que aqui expressei é este bolo de maçã e morango que, apesar de levar gordura, apresenta-se como um pão-de-ló, fofíssimo.
Ingredientes:
6 Ovos L
1 Chávena medida, bem cheia de açúcar
3 Chávenas medidas, niveladas de farinha com fermento*
2 Colheres de sopa de fécula de batata*
½ Chávena de óleo
1 Chávena de chá de leite
Raspas de limão q.b.
Maçãs Granny Smith descascadas e descaroçadas, cortadas em meias luas finas
Morangos lavados e cortados
Canela q.b.
2 Colheres de sopa de geleia de maçã (opcional)
*Numa das chávenas que vai ser preenchida de farinha com fermento, incluo anteriormente a fécula e atesto até nivelar com farinha, depois uso um passador para as peneirar directamente para a taça onde estou a bater os outros ingredientes.
Recorte um círculo em papel vegetal e disponha-o no fundo de uma forma número 24, seguidamente polvilhe com uma colher de açúcar e acomode como quiser as meias luas de maçã e os morangos cortados, sem os sobrepor, “salpique” com a canela e reserve.
Ligue o forno a 180ºC.
Utilizando a batedeira na velocidade máxima, bata o açúcar com os ovos inteiros por alguns minutos.
Continue batendo, agora na velocidade 2, até estarem todos os ingredientes incorporados um por um e entre cada adição, começando pelas raspas de limão, depois a primeira das chávenas de farinha, seguidamente o óleo, a segunda chávena de farinha, o leite e finalmente a terceira chávena de farinha com a fécula misturadas.
Devagar coloque na forma, sobre a fruta. Leve ao forno e deixe cozer inicialmente a 180ºC por 10 minutos, depois baixe para 160ºC e deixe cozer até que ao inserir um palito no meio do bolo ele saia limpo, ou ao testar com um termómetro de culinária no meio do bolo e registe a temperatura de 108ºC. Retire-o imediatamente do forno e deixe sobre uma grelha. Quando morno desenforme.
Aqueça a geleia com três colheres de sopa de água, mexa até dissolver e pincele o bolo, quando morno.
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| Bom apetite! |
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Receitas
Mega bolo de Iogurte
Pessoalmente, não gosto de bolo de iogurte, por isso criei um que não acentue o seu sabor e que poderá ter qualquer aroma que se pretenda adicionar.
A partir deste ponto, posso considerá-lo bolo de baunilha, laranja ou limão (raspas), canela, caramelo, nozes, de entre outros…
Para efetuar a receita completa vai precisar de uma forma redonda de 30 cm, que tenha 9 cm de altura na lateral, pois é o tamanho aproximado com que vai ficar no final.
No que toca ao forno e tempo de permanência, a minha indicação serve apenas de exemplo, porque cada pessoa saberá o seu “segredo”, devendo apenas cuidar para que cozinhe lentamente.
Quando simples, este bolo de tamanho familiar deve render mais ou menos 30 fatias, porque são muito altas e considero-o ideal para servir com acompanhamento de chá ou café.
Devido à sua dimensão, costumo guardá-lo completamente envolto em película aderente mesmo depois de cortado, para conservar a humidade por vários dias.

14 Ovos L
1 Iogurte suave com 1,5% de gordura, copo de 500 grs.
3 Medidas do copo de iogurte, em Farinha com fermento (para bolos)
1 Medida bem cheia, do mesmo copo em Açúcar
1 Embalagem de 250 grs. de manteiga sem sal, Mimosa (derretida por breves instantes no micro-ondas).
Passas de Uva demolhadas em vinho do Porto q. b.
Aromas q. b.
Como fazer:
1 Iogurte suave com 1,5% de gordura, copo de 500 grs.
3 Medidas do copo de iogurte, em Farinha com fermento (para bolos)
1 Medida bem cheia, do mesmo copo em Açúcar
1 Embalagem de 250 grs. de manteiga sem sal, Mimosa (derretida por breves instantes no micro-ondas).
Passas de Uva demolhadas em vinho do Porto q. b.
Aromas q. b.
Como fazer:
Pulverizar com spray desmoldante ou pincelar com óleo a forma de 30 cm.
Forrar o fundo da forma com papel vegetal, cortado em circunferência.
Ligar o forno a 180º e peneirar a farinha.
Com a batedeira, bata os ovos e o açúcar por cinco minutos, junte o iogurte e os aromas, batendo mais um pouco, adicione a manteiga e quando bem incorporada - na velocidade mínima da batedeira - introduza a farinha por duas vezes, até homogeneizar e disponha na forma, deixando-a cair levemente em cima da bancada, por três vezes a fim de libertar as bolhas de ar com maior dimensão.
Assente-a na grelha do forno, logo na primeira ranhura a contar de baixo. Reduza a temperatura para 150º a 160º, somente com a resistência de baixo ligada, e deixe cozer por aproximadamente 70 minutos.
Deverá confirmar se o bolo está cozido, espetando um palito no meio, se o palito estiver húmido permita que fique por mais alguns minutos no forno, observe e teste posteriormente.
Logo que o palito esteja sem humidade, retire o bolo do forno, e deixe arrefecer em cima de uma rede por 10 minutos. Findo este tempo, desenforme sobre três tiras grandes de película aderente, dispostas paralelamente e envolva o bolo ainda quente, fazendo com que a película adira sem bolsas de ar.
Faça alguns furos na película ao longo do bolo e deixe arrefecer completamente embrulhado.
Forrar o fundo da forma com papel vegetal, cortado em circunferência.
Ligar o forno a 180º e peneirar a farinha.
Com a batedeira, bata os ovos e o açúcar por cinco minutos, junte o iogurte e os aromas, batendo mais um pouco, adicione a manteiga e quando bem incorporada - na velocidade mínima da batedeira - introduza a farinha por duas vezes, até homogeneizar e disponha na forma, deixando-a cair levemente em cima da bancada, por três vezes a fim de libertar as bolhas de ar com maior dimensão.
Assente-a na grelha do forno, logo na primeira ranhura a contar de baixo. Reduza a temperatura para 150º a 160º, somente com a resistência de baixo ligada, e deixe cozer por aproximadamente 70 minutos.
Deverá confirmar se o bolo está cozido, espetando um palito no meio, se o palito estiver húmido permita que fique por mais alguns minutos no forno, observe e teste posteriormente.
Logo que o palito esteja sem humidade, retire o bolo do forno, e deixe arrefecer em cima de uma rede por 10 minutos. Findo este tempo, desenforme sobre três tiras grandes de película aderente, dispostas paralelamente e envolva o bolo ainda quente, fazendo com que a película adira sem bolsas de ar.
Faça alguns furos na película ao longo do bolo e deixe arrefecer completamente embrulhado.

Se a sua preferência for para bolo acinzentado de frutos silvestres como este, basta que troque na receita o iogurte referido por iogurte de 500 grs. de mírtilo, e acrescente framboesas e amoras congeladas q. b., estas últimas cortadas devido ao seu caule interior.
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Receitas
Bolinhos Mochi?
A primeira vez que provei estes bolinhos, foi num restaurante de comida chinesa, em Lisboa, e afirmaram-me que são bolinhos da sorte japoneses, habitualmente confecionados na sequência das festividades do ano novo.
Causaram-me tão boa impressão, que interpelei o empregado de mesa acerca da sua receita e ingredientes. Disse-me que eram feitos a partir de arroz glutinoso e recheio de sésamo e mel.
Com esta escassa informação, procurei corresponder aos sabores que provara anteriormente. Da minha tentativa de os recriar com ingredientes disponíveis nos nossos supermercados, surgiu a receita que apresento.
Devo mencionar que testei algumas marcas de arroz para encontrar uma textura parecida com a original - se bem que longe do pretendido - a que mais gostei foi a produzida com arroz Pato Real, carolino.
Só mais tarde é que descobri receitas aparentemente “oficiais” na net, mas desta feita com recheio de feijão azuki ou morango. Entretanto, já tinha desenvolvido a minha própria versão, que continuo a fazer com sucesso.
Estes bolinhos são um manjar dos deuses para apreciadores dos sabores orientais… como eu!
Neste momento, tenho duas dúvidas acerca dos meus docinhos: será que posso chamá-los de “Bolinhos Mochi” ou “Brigadeiros de Arroz e Sésamo”?
Bolinhos Mochi
500 grs. arroz Pato Real carolino, cozido e sem humidade(*)
1 lata de leite condensado
Use a mesma lata, mal medida, com leite comum, anteriormente fervido com algumas colheres de côco ralado e depois coado
Manteiga sem sal, em temperatura ambiente para as mãos
Travessa com côco ralado, para envolver os bolinhos
(*)Para preparar o arroz utilize uma medida deste, para duas de água e deixe cozinhar tapado. Quando verificar que a humidade está a desaparecer, baixe o lume para o mínimo por alguns instantes e desligue-o, deixe coberto até secar completamente.
Se sobrar arroz cozido para além do que vai necessitar para esta receita, pode prosseguir utilizando-o para arroz doce.
Meço o arroz crú numa caneca, que depois uso para medir a água. Nunca o pesei.
Meço o arroz crú numa caneca, que depois uso para medir a água. Nunca o pesei.
Recheio
½ pacote de sementes de sésamo torradas
Mel de sabor e cor suave q.b.
Torrar as sementes de sésamo numa frigideira anti-aderente, em lume baixo, por dois ou três minutos, mexendo. Irá ver o óleo das sementes a exteriorizar com o seu aquecimento. Não deixe escurecerem, devem ficar lourinhas.
Moa na 1, 2, 3. Retire para uma tacinha e vá incorporando colheres de sopa de mel (4, 5 ou 6, a gosto). Não prove esta pasta pois vai achá-la amarga, faça primeiro um bolinho, deposite o recheio no seu interior, passe no côco e prove.
Se precisar, adicione mais mel, pouco de cada vez. Apesar de ser em pequena quantidade, este recheio deve render de 20 a 25 pequenos bolinhos.
Como fazer os bolinhos
Moa muito bem o arroz cozido na 1, 2, 3, deve ficar sem grânulos, completamente em pasta. Num recipiente com revestimento anti aderente coloque o arroz, adicione o leite condensado e o leite comum com sabor a côco, leve ao fogão em lume baixo mexendo constantemente, com o “salazar” até ficar uma pasta grossa e que descole das paredes do mesmo.
Deite numa travessa, tape a superfície com película aderente e leve ao frigorífico por algumas horas.
Passe a manteiga nas mãos, somente para a massa não colar.
Role uma pequena porção da mesma e faça um buraco no meio para colocar uma colherzinha de recheio, refaça a bola apertando a abertura e deixe cair no côco, rodando para envolver bem.
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| Recomendação: para que os bolinhos não percam a forma arredondada depois de finalizados, faça um orifício pequeno, por onde irá inserir o recheio. |
Dois mil e doce
Visto que os dias amargos que nos esperam vão tornar caríssima a confecção de pudins de claras cobertos de ovos moles e fios de ovos, como é este, desejo-vos apesar disso um 2012 muito, muito, muito, mas mesmo MUITO doce… e ainda assim cheio de saúde.
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Natal e Ano Novo
Pastéis de batata doce
Neste clima frio e com o cheirinho no ar a Natal, é altura propícia para pensarmos em doces de conforto e tradicionais.
Este ano decidi experimentar uma massa nova para azevias ou pastéis de batata doce. Dessa experiência resultou a receita - que achei maravilhosa - que vou referenciar hoje, e que aqui fica a pedido de várias famílias.
Fiz algum trabalho de pesquisa em livros e na net, e seleccionei para confeccionar e adaptar a presente sugestão.
Embora a receita original não refira, resolvi utilizar a batedeira - não profissional - no suporte com as varas de amassar (em forma de saca rolhas), pois incorporam mais ar. Para utilizar este método é importante ter em atenção a potência da batedeira, porque se trata da textura aproximada da massa do pão, o que pode sobreaquecer a máquina.
Se a sua opção for a mesma que a minha, mantenha em observação constante a máquina e, ao menor sinal de problema, continue a amassar à mão e a jogar pelo seguro.
Após amassar, a massa pode colar às mãos: se tal acontecer, junte pequenas quantidades de farinha e tente não deixar que a massa perca a leveza e macieza que a caracterizam.
Não utilizo ponto de açúcar para fazer o recheio, porque acho que a batata doce já é húmida o suficiente e que dissolve perfeitamente o açúcar, além de que se poupa tempo ao fogão.
Relativamente à quantidade do açúcar no recheio, sugiro um pouco menos do que a que vou colocar na receita, e prove depois da sua dissolução, adicionando mais se for preciso, porque tudo depende do doce da batata.
Não deixe a batata depois de cozida na água da cozedura, escorra e tente passá-la logo de seguida, enquanto quente.
Nunca peso a batata doce, uma vez que a coloco na panela a olho, e por isso deixo-vos antes a fórmula, que se poderá adaptar a qualquer quantidade que se pretenda.
Pastéis ou azevias de batata doce
Recheio
Batata doce q.b.
Erva doce em grão e/ou em pó q.b. (opcional)
Pau de canela
Açúcar metade do peso da batata doce ou q.b.
Canela em pó q.b.
Raspa da casca de limão ou laranja q.b.
Coloque na panela a batata doce com pele, a erva doce em grão, o pau de canela e água até cobrir as batatas, tape a panela e deixe cozer.
Escorra as batatas. Tire a pele e utilize o passe-vite. Pese o puré, coloque o açúcar na proporção mais indicada ao seu gosto, adicione a canela em pó, a raspa da casca de limão ou laranja e a erva doce em pó, se assim o desejar.
Leve ao lume, mexendo sempre até secar um pouco e fazer estrada no fundo do tacho, ao passar com a colher.
Massa
1000 grs. de farinha tipo 55 s/fermento
300 grs. de banha
25 grs. de manteiga
500 grs. de água morna
10 grs. de sal
2 colheres de sopa de aguardente
1 gema de ovo L
Amorne a água com o sal incorporado. Mexa para dissolver.
Na taça da batedeira, em andamento, coloque a manteiga e a banha, junte parte da farinha, até esfarelar, adicione um pouco da água, alternando com a restante farinha e os outros ingredientes e deixe a amassar por dez minutos aproximadamente. Acondicione numa taça para descansar tapada por uma hora.
Corte e fritura
Óleo de boa qualidade q.b.
Recipiente para fritar com a lateral alta
Papel vegetal
Tabuleiro
Açúcar e canela misturados q.b.
Tire pedaços da massa e estenda-a muito fina (quase transparente), coloque o recheio no meio e dobre-a utilizando um cortador de massa com rodinha, um copo, um prato ou um cortador de rissóis para cortar, tudo depende do tamanho que quiser o pastel, e aperte as bordas com os dedos para não abrirem durante a fritura.
Se estiver a estender e a fritar os pastéis sem ajuda, sugiro que os estenda e os coloque no tabuleiro forrado com papel vegetal polvilhado - pouco - de farinha, até ter bastantes, para os fritar todos de seguida.
Despeje o óleo no recipiente seleccionado e quando quente - muito cuidado com as queimaduras! - frite um pastel de cada vez, colocando colheradas de oleo por cima para "empolar", deixe fritar até ganhar alguma cor. Passe por açúcar e canela logo de seguida.
Nas minhas fotos pode ver que utilizo o açúcar e a canela polvilhados em quantidades muito reduzidas, pois prefiro assim.
Se por acaso não conseguir que a massa empole ou fique fininha, não se preocupe porque o seu sabor compensa tudo.
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Receitas
Crepe Acocado
O aroma perfumado do coco empresta a este crepe um encontro delicioso de sabores.
A propósito do recheio, sugiro confeccioná-lo previamente e acondicionar no frigorifico para ficar mais consistente, coberto por uma película anti-aderente.
Quando refrigerado o creme pode ser pipetado com bico e saco de pasteleiro, como podem visualizar na foto.
A quantidade de coco a utilizar fica ao vosso critério, porém, proponho que deva ser polvilhado generosamente, pois suaviza o doce do leite condensado.
Crepe Acocado
Recheio:
4 gemas tamanho L
1 lata de leite condensado
1 medida da lata de leite condensado de leite
2 colheres de sopa de amido de milho
Coco ralado seco q. b.
Juntar tudo num recipente e misturar muito bem (excepto o coco), com a varinha mágica ou utilizar o liquidificador.
Levar ao fogo em panela anti-aderente mexendo sempre - com um salazar - e quando começar a engrossar continuar mexendo até que, ao passar o "salazar" no fundo do tacho, faça estrada. Deixar arrefecer e guardar no frigorífico, coberto com película anti-aderente.
Colocar o recheio nas folhas de crepe, polvilhar abundantemente com o coco ralado, enrolar e acondicionar no frigorífico até ao momento de servir.
Tarte de amêndoas e chocolate
Para confeccionar a parte superior da tarte, utilizo de preferência amêndoas inteiras, pois o sabor da amêndoa torrada inteira é muito mais acentuado ao trincar.
Nesta tarte, a cobertura é enriquecida de paladar ao levar chocolate e mel na sua confecção, e ainda raspa de limão na massa, o que lhe confere um aroma familiar e caseiro.
Sugiro que seja acondicionada em sítio fresco e seco e nunca no frigorífico, pois a cobertura amolece em contacto com humidade, apesar de continuar a ser deliciosa e de ser degustada até à última migalha!
Para fazer esta receita utilizei uma forma de tarte de 25 cm.
Tarte de amêndoas e chocolate
Ingredientes da massa:
125 gr. de manteiga s/sal fria
125 gr. de açúcar
1 ovo classe M
250 gr. de farinha c/fermento
raspa de um limão médio
Ingredientes da cobertura:
Amêndoas torradas ao de leve (em frigideira anti-aderente em lume médio-baixo e revirando-as de vez em quando), q.b.
250 gr. de açúcar
250 gr. de natas
1 colher de sopa de mel
30 gr. tablete de chocolate de culinária
Como fazer:
Ligar o forno a 180º com ventilação.
Amassar primeiro a manteiga com o açúcar. Juntar o ovo, a farinha e a raspa de limão (não amasse demasiado).
Envolva em película aderente e coloque no frigorífico 20 minutos.
Retire do frigorífico e com o rolo estenda e faça com que ocupe toda a área do fundo da forma.
Pique a massa com um garfo e leve ao forno até ficar com a superfície dourada. Retire do forno.
Enquanto a base está no forno comece a fazer a cobertura.
Junte todos os ingredientes - excepto as amêndoas - e leve ao fogo em lume médio, mexendo sempre até engrossar e ver o fundo do tacho ao passar com a colher.
Nesse momento deite um pingo num pires e verifique a consistência. Espere um pouco e sinta com a ponta do dedo a textura: se estiver durinha sem colar no dedo e com alguma resistência está no ponto de envolver as amêndoas e retirar do fogo; se não, continue fervendo e mexendo.
Quando pronto, jogue sobre a base e leve ao forno.
Se por acaso a cobertura ficou mais cremosa, dê mais tempo de forno... se apertou o ponto do açúcar como descrito acima, conte somente 15 minutos.
Desenforme morna, porque quando fria e dura torna-se difícil a sua remoção da forma.
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